O porquê da BKOS: 14 anos de estrada até a terapia capilar
Produtos de alta performance, técnica de verdade e 14 anos de estrada: a história de quem chega ao salão para entender antes de oferecer.
Segunda-feira, 9 da manhã. O salão ainda está quieto.
A água do lavatório começa a esquentar e o cheiro de shampoo se mistura com o do café. A cabeleireira aproveita a calma para olhar uma conta, resolver um pagamento, conferir a agenda da semana e mandar mensagem para aquela cliente que sumiu.
É nesse momento que os vendedores vão chegando, cada um do seu jeito. Uns com a revista debaixo do braço, o portfólio e a promoção imbatível. Outros passam só perguntando: “Tá precisando de alguma coisa hoje?”. Outros querem te convidar para uma oportunidade inesquecível.
Assim funciona o mercado: cada um do seu jeito, falando da sua promoção, da sua campanha, promovendo o seu produto e fazendo os seus negócios.
A BKOS nasceu para chegar diferente. Para levar ao salão produtos de alta performance com técnica, informação precisa e responsabilidade, com a bagagem de quem estudou de verdade para estar ali.
Por trás disso estão 14 anos de estrada, com muitos erros e muitos mais acertos. Se não fossem os acertos, eu não receberia tanto carinho por onde passo. E se não fossem os erros, não teria os grandes aprendizados da vida.
E preciso contar uma coisa: aquele vendedor lá de cima também já fui eu. Às vezes cansado, às vezes cheiroso, às vezes nem tão cheiroso assim. Às vezes meio mal arrumado, às vezes muito bem vestido. O famoso vendedor de tirar pedido.
Isso não é uma crítica a quem vende. É o retrato do vendedor que eu fui, aprendendo com os modelos que eu tinha. E é, acima de tudo, o orgulho de uma evolução que me trouxe até a formação que tenho hoje e ao desejo de repassar esse conhecimento com responsabilidade, gerando rentabilidade para o salão e satisfação para quem senta na cadeira.
Esta é a história de como chegamos até aqui.
Neste artigo:
- Tudo começou com um recomeço
- Pneu, estrada e guanidina no banco de trás
- As marcas que me formaram
- Por que Grandha
- O que a estrada me ensinou a estudar
- Um nome que é uma resposta
- O que a BKOS faz por um salão
- Todo cabeleireiro é um potencial terapeuta
- Não é só salão
- De dentro para fora
- O que vem pela frente
Tudo começou com um recomeço
Eu era um rapaz cheio de sonhos quando a empresa onde eu trabalhava fechou as portas.
Precisava recomeçar. Aceitei uma vaga de auxiliar de escritório na Beauty Hair, uma distribuidora de cosméticos profissionais onde eu fiquei por 12 anos. Só os dois primeiros meses foram no escritório. Todo o resto foi em vendas.
Entre pedidos e notas fiscais, comecei a prestar atenção nos salões do outro lado do telefone. Alguém percebeu que eu tinha jeito para conversar com o cliente e me deu uma chance: alguns meses de teste em vendas em Salvador.
Foi o suficiente para eu entender que tinha encontrado o meu caminho.
Logo veio a proposta de levar a Avlon para o interior da Bahia. Aceitei e, desde então, não parei.
Pneu, estrada e guanidina no banco de trás
Os primeiros anos foram de estrada. Muito quilômetro, muito salão e, algumas vezes, o carro parado no acostamento comigo trocando pneu.
O banco de trás não tinha espaço para mais nada: pacotes e pacotes de guanidina, sódio, amônio e progressiva, quase tudo em promoção. A minha mala ia na frente, espremida no cantinho do banco do passageiro.
A prioridade era o produto. Hoje eu dou risada lembrando disso.
Preciso ser sincero: no começo, eu fui aquele vendedor considerado por muitos como chato. Eu queria vender, precisava vender, e ainda entendia pouco de técnica. E olha o que eu vendia: guanidina, sódio, progressiva e queratina líquida, que travava o cabelo se fosse usada do jeito errado. Justamente os cosméticos mais técnicos que existem, os que exigem mais conhecimento para aplicar.
Eu não sabia aplicar. Não tive curso. O que eu tinha na mão era um catálogo e a correria para fazer dinheiro e pagar as contas.
Era a época em que todo mundo procurava uma progressiva sem formol. Eu trabalhava com a Uberliss, da Avlon, numa geração de alisantes à base de carbocisteína que ainda estava aprendendo a não amarelar o loiro.
Então eu fui aprender com quem sabia. Escutava um cabeleireiro, escutava outro, aprendia com os mais velhos. Eles me ensinavam técnicas e contavam as suas dificuldades, e isso me gerava dúvidas. Eu perguntava por quê, por quê, por quê. Por que o produto não funcionou como deveria?
Eu ligava para os centros técnicos e para as técnicas das marcas, pedia um passo a passo novo, estudava a estrutura do fio. Não foram tempos fáceis, mas foram formidáveis para me dar a base que eu tenho hoje.
Foi assim, na prática, que aprendi a lição mais importante da minha carreira:
Antes de falar, é preciso ouvir o salão.
As marcas que me formaram
Trabalhei com marcas que admiro, e cada uma me ensinou alguma coisa.
- Avlon: a escola dos alisamentos. Foi onde tudo começou.
- Revlon: com o Uniq One, tenho uma história que nunca esqueço. Eu estava num salão apresentando o produto, que andava parado. Na TV ligada ali mesmo, aparece o Marco Antônio De Biaggi no programa da Ana Maria Braga mostrando justamente o Uniq One. Na mesma hora, o salão comprou a caixa da minha mão, e o meu telefone não parou mais de tocar. Aprendi ali o poder de uma boa história para vender.
- Truss: acompanhei toda a evolução da marca, da embalagem ao marketing e às projeções de venda, com grandes volumes de venda. Com ela, também alcancei picos de venda muito bons.
- Joico: a linha em que fiquei mais tempo. A missão era fazer o interior da Bahia conhecer a Joico, e isso aconteceu com uma equipe que trabalhou de um jeito lindo. Fomos chamados ao palco da convenção da Joico, em Campinas, para explicar aos distribuidores de todo o Brasil o que fazíamos para vender tanto o kit promocional de fim de ano.
- K-Pró: uma cosmética nacional que tem o seu respeito e que me lembrou o tempo de Joico, pelo trabalho em quatro passos. Conheci o escritório da marca em São Paulo e trilhei esse caminho por um tempo.
- Davines: foram dois anos com a marca. Participei dos eventos de lançamento nacional da coloração Mask with Vibrachrom, da linha The Circle e da linha Essential em barra, entre tantos outros. Foi a Davines que deu o start para a terapia capilar na minha vida, e foi ela que me levou até a Grandha.
Depois vieram os grandes congressos e eventos do setor. E foi aí que algo me chamou a atenção.
Muitos dos meus clientes de terapia capilar, que compravam Davines, foram fazer um curso da ABT em Salvador: a primeira turma de formação básica da Academia Brasileira de Tricologia. Quando vi os meus principais clientes ali, acendeu um alerta. Eu queria saber que marca era aquela.
E todos voltaram falando muito bem, tanto do curso quanto dos produtos: alta tecnologia, bom embasamento científico e um custo-benefício imbatível. Era a Grandha.
Por que Grandha
Foi um casamento para a vida.
Na Grandha encontrei:
- biotecnologia a serviço do cuidado;
- uma linha completa para salão, clínica e home care;
- produtos que trazem no rótulo a frase “Produto certificado pela ABT”.
Mas o que mais me marcou foi outra coisa: a Grandha é uma empresa de família.
Desde o começo, quando eu ainda era um vendedor cheio de dúvidas, eles me abraçaram. Me receberam em São Paulo e me levaram para conhecer a fábrica. Foi a primeira vez que eu entrei numa fábrica de cosméticos.
Vi os insumos, o estoque e o cuidado de cada etapa. Vi também o cuidado e o respeito com cada funcionário. Cada um tinha uma história, e muitas pessoas da mesma família trabalhavam em diferentes setores das empresas. Aquilo me tocou: uma família inteira trabalhando por um projeto, com dignidade e com o que é correto.
Foi uma das maiores referências da minha vida, e ali eu me senti parte do projeto.
Eles me disseram que estavam comigo para o que der e vier. E eu respondi que estaria com eles para o que der e vier.
Senti irmandade. Me senti acolhido, em paz, em casa.
Hoje a Grandha é a base de tudo o que a BKOS faz. E é a partir dessa base sólida que eu converso com o salão sobre o mercado cosmético como um todo.
O que a estrada me ensinou a estudar
Com o tempo, percebi uma diferença importante.
Uma coisa é repetir o discurso de venda. Outra é entender o que acontece no couro cabeludo e no fio de cada cliente.
Para orientar um salão com segurança, eu precisava saber mais. Foram quase 3 anos de estudo, com viagens a Salvador, Belo Horizonte e São Paulo, sem parar de atender:
- Formação básica e avançada em terapia capilar, pela Academia Brasileira de Tricologia (ABT);
- Tricologia clínica e saúde integrativa, com certificação internacional;
- Cosmetologia aplicada, com certificação internacional;
- Aromaterapia clínica, com certificação internacional.
A cosmetologia aplicada ampliou os meus horizontes. Hoje eu consigo ler a lista de ingredientes de um produto. Não com o olhar de um engenheiro químico, mas com conhecimento suficiente para entender por que aquele frasco está parado na prateleira do salão e ajudar esse produto a girar.
E, como membro da Academia Brasileira de Tricologia, acompanho as novidades e os lançamentos do mercado cosmético e levo isso para o salão com naturalidade.
O meu conhecimento não é para mim. É para ser compartilhado.
Ele serve para ajudar o salão a transformar o ambiente, vender mais, gerar renda e cuidar melhor de quem senta na cadeira.
Hoje sou terapeuta capilar, com especialização em tricologia clínica e saúde integrativa, e membro da Academia Brasileira de Tricologia.
Um nome que é uma resposta
Diga BKOS em voz alta.
Soa como because, a palavra em inglês para “porque”.
O nome guarda mais duas ideias:
- B é de Bruno e de um negócio feito com ética;
- KOS vem de kosmos, palavra grega para ordem, harmonia e beleza, a mesma raiz da palavra cosmético.
Juntas, elas resumem como a gente trabalha: antes de indicar qualquer produto, explicamos o porquê.
O que a BKOS faz por um salão
Quando a BKOS chega ao seu salão, não chega só para tirar pedido. Nem para fazer festa e ir embora.
Chega alguém com preparo técnico para:
- ouvir a rotina da equipe e as dificuldades do dia a dia;
- entender as químicas, os serviços e o perfil das suas clientes;
- montar com você um plano de ação que une o que você já faz ao que a Grandha oferece;
- treinar a equipe e acompanhar de perto;
- orientar o home care, para o cuidado continuar em casa;
- promover eventos no salão, para que cada cliente receba um atendimento e uma indicação precisos.
E também para um bom papo. Quantas vezes uma cabeleireira já me perguntou:
“Bruno, como está aí na rua? Como está o movimento nas outras cidades? É só comigo que está parado?”
Eu levo as novidades, conto o que está acontecendo no mercado e escuto. Quem prefere só renovar o estoque, ótimo. Mas quem quer conversar sabe que eu paro.
Confesso que falo muito: não foi uma nem duas vezes que comecei um atendimento às 6 da tarde e terminei à 1 da manhã, conversando sobre tudo da vida.
Eu chego com alegria. É o meu jeito. A conversa é leve, de irmandade e de respeito.
Com o tempo, a relação vira outra coisa: muitas clientes me chamam para conversar sobre a vida, a família e as inseguranças do negócio. Essa confiança foi construída em anos de visita, e eu cuido dela com o mesmo carinho com que cuido de cada renovação de estoque do salão parceiro.
A cabeleireira que tem o curso, mas não tem segurança
Tem uma conversa que se repete muito. Conheço cabeleireiras que fizeram curso de terapia capilar, mas não se sentem seguras para oferecer.
- Às vezes falta saber como encaixar a terapia na rotina de embelezamento que já existe.
- Às vezes falta o produto certo.
- Às vezes falta o passo a passo.
E o salão continua no mesmo padrão: escova, coloração, um loiro de vez em quando.
A BKOS chega para mudar esse padrão. Para mostrar que existe muito serviço que pode e deve ser oferecido, e que você não precisa fazer isso sozinha: tem acompanhamento, guias de protocolo e alguém ao seu lado para tirar dúvidas no caminho.
Você não fica sozinho no seu salão. Existe uma pessoa que está com você.
Todo cabeleireiro é um potencial terapeuta
Tem uma frase que eu sempre repito:
“Todo cabeleireiro é um potencial terapeuta, mas nem todo terapeuta é um potencial cabeleireiro.”
Quem é cabeleireiro sabe olhar o couro cabeludo e perceber sinais como oleosidade, descamação e sensibilidade, do mesmo jeito que um terapeuta capilar.
O terapeuta talvez faça uma avaliação mais detalhada, com um aparelho que amplia a imagem do couro cabeludo. Mas nada impede a cabeleireira de fazer o mesmo.
E, na hora de transformar a beleza do jeito que a cliente deseja, a cabeleireira tem um ponto a mais: a técnica da coloração, das químicas e do corte. Isso, na maioria das vezes, o terapeuta capilar não domina.
Não é só salão
Na Grandha, beleza e saúde andam lado a lado.
Por isso a BKOS também atende clínicas e todos que trabalham com avaliação tricológica e dermocapilar: biomédicos, esteticistas, farmacêuticos, médicos e terapeutas. Quem quiser indicar a Grandha ou usar os produtos para oferecer serviços conta com a BKOS, inclusive no cuidado antes e depois do transplante capilar, com protocolos próprios da marca.
E a linha vai muito além do cabelo:
- óleos ozonizados e a linha Fitozon, para saúde integrativa e aromaterapia clínica;
- o poder da oleoterapia, da aromaterapia e das massagens;
- óleos corporais e cuidado para a pele, inclusive a oleosa;
- cuidado para mãos e pés. Uma manicure atenta repara quando algo está diferente nas unhas ou nos pés, orienta a cliente a procurar o médico e indica o cuidado cosmético certo para o dia a dia.
É saúde integrativa no sentido mais completo: cuidar da pessoa inteira.
De dentro para fora
Cabelo bonito começa onde ninguém vê.
Cuidamos do couro cabeludo e do fio, no salão e em casa. E lembramos que sono, alimentação e hábitos também fazem parte do resultado.
É por isso que a Grandha tem a linha Alkymia, de suplementos de suporte nutricional: o cuidado de dentro para fora, que complementa a rotina sem prometer cura.
Quando o caso pede, como queda intensa, falhas ou inflamação, o caminho é o médico dermatologista. Diagnóstico e prescrição são dele. O nosso trabalho é o cuidado cosmético e nutricional que complementa.
O que vem pela frente
Durante todos esses anos, o meu tempo foi da estrada e dos estudos. Só agora a BKOS ganha voz: nas redes, neste blog e na newsletter.
Este blog vai ser um pouco do meu caderno de estudos. Aqui eu vou compartilhar o que aprendo, refletir sobre o que vejo na estrada e contar os lançamentos e as novidades do mercado cosmético. Também vou dar a minha opinião, porque este espaço é meu.
Não é um blog científico, mas vamos falar de ciência, cosméticos, tecnologia cosmecêutica e vendas, numa linguagem feita para terapeutas capilares, cabeleireiros e profissionais que trabalham com saúde e beleza.
E vem muito mais por aí:
- um projeto de educação para profissionais da beleza;
- treinamentos online para equipes;
- visitas presenciais para apresentação de produtos e desenvolvimento de equipe;
- eventos nos salões e nas clínicas parceiras.
Vamos tomar um café?
Se você tem um salão, uma clínica ou trabalha com terapia capilar em Vitória da Conquista e em todo o Sudoeste Baiano, eu quero te conhecer.
Não é uma visita para tirar pedido. É um café e uma conversa técnica sobre a sua rotina, a sua equipe e o que o seu salão pode oferecer a mais para as clientes.
Você sai da conversa com ideias práticas, sem compromisso.
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Porque todo cuidado começa com um porquê.
Bruno Machado · Terapeuta Capilar · Membro da Academia Brasileira de Tricologia BKOS · Franqueado Grandha
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